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Museum of Contemporary Art & Planning Exhibition (MOCAPE)

Museum of Contemporary Art & Planning Exhibition (MOCAPE)
Um mesmo projeto reúne duas instituições independentes: um museu de arte contemporânea e um centro de exposições. Moderno, o edifício é referência na paisagem de Shenzhen (China) Foto/Imagem:Shu He

Marco arquitetônico

O projeto do Museum of Contemporary Art & Planning Exhibition, de autoria do escritório austríaco Coop Himmelb(l)au, combina duas instituições independentes mas estruturalmente unificadas: uma é o Museu de Arte Contemporânea (MOCA) e o outro é a Exposição de Planejamento (PE). Juntos, os museus formam um rico ponto de encontro cultural/arquitetônico na cidade de Shenzhen, na China.

Duas funções, uma só estrutura

Os dois museus foram projetados como organizações separadas, destacando suas funções e artes individualmente, porém, fundidos em uma mesma edificação, cercada por uma fachada altamente tecnológica.

Transparente, ela conta com um sistema de iluminação interna que permite aos usuários uma boa visão da entrada e áreas de transição. Do lado de dentro, os visitantes têm uma vista sem obstáculos da cidade. A impressão que passa é que os visitantes estão em um espaço ao ar livre, com leve sombreamento. Essa impressão foi reforçada ao longo de todas as outras áreas de exposição.

A pele exterior da fachada consiste em uma camada de painéis metálicos perfurados e um envelope climático feito a partir de vidro isolado. Esses elementos formam uma superfície estruturalmente independente da estrutura de montagem dos edifícios.

Museum of Contemporary Art & Planning Exhibition (MOCAPE) - Marco arquitetônico<BR>
Do lado de dentro, os visitantes têm uma vista sem obstáculos da cidade, por ser totalmente aberto Foto: Julien Lanoo

O escritório usou fontes de energia renováveis, como solar e geotérmica, além de sistema de arrefecimento de água subterrânea. Apenas sistemas com alta eficiência energética foram implementados. O telhado filtra a luz do dia reduzindo a necessidade de iluminação artificial.

“O projeto não é apenas um marco arquitetônico para a cidade, mas também referência ecológica e ambiental”, comenta o arquiteto Wolf D. Prix.

Passeio futurista

Para subir aos outros andares, os usuários passam por rampas e escadas esculturais. Uma espécie de ‘nuvem’ prateada fica situada no centro desse acesso, servindo como orientação aos visitantes. O espaço abriga um café, uma livraria e uma loja de museus.

Da praça central é possível acessar os salões de eventos, auditórios e uma biblioteca. Por dentro, os usuários parecem estar passeando por um projeto futurista.

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