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    Chegou a hora de repensar os escritórios

    Após meses longe dos locais de trabalho por conta da pandemia, muitos funcionários se preparam para retornar às atividades presenciais

    Redação Galeria da Arquitetura

    Escritório com mobiliário Herman Miller
    Os locais de trabalho adaptáveis permitem que as pessoas os reformulem de acordo com cada necessidade (Foto: Divulgação/Herman Miller)

    A pandemia do novo coronavírus acelerou diversos processos que precisariam de mais alguns anos para se transformarem em realidade no mundo sem a Covid-19. Entre essas tendências estão as mudanças nos locais de trabalho, que terão de ser repensados após a maioria dos colaboradores se acostumar com o home office.

    Segundo pesquisa realizada globalmente pela Herman Miller com líderes de diferentes setores, empresas imobiliárias e designers de interiores, grande parte dos entrevistados já reavalia as estratégias de uso desses espaços. O resultado, corroborado por estudo da Harvard Business School, indica que 81% dos funcionários não se veem de volta aos escritórios durante os cinco dias da semana.

    Diante desse cenário, o modelo de trabalho que ganha força é o híbrido, por permitir que as tarefas diárias sejam desenvolvidas tanto dentro quanto fora dos locais de trabalho. Assim, é possível repensar os escritórios como ambientes que recebem atividades para fortalecer as conexões culturais e sociais (dificilmente realizadas virtualmente).

    Ainda, de acordo com dados da ferramenta WFH Ergonomic Assessment, da Herman Miller, os espaços podem ser preparados para oferecer três experiências bastante valorizadas pelos colaboradores: a socialização da comunidade, a colaboração em equipe e o foco individual. Áreas que incentivam as interações pessoais, por exemplo, auxiliam na criação de um senso de pertencimento e propósito.

    Escritório com mobiliário Herman Miller
    Os escritórios podem ser transformados em locais que favorecem a socialização (Foto: Divulgação/Herman Miller)

    Outra sugestão é transformar as estações de trabalho individuais em pontos coletivos. Uma das opções é a organização de bairros, em que o espaço da equipe é de propriedade e as áreas individuais são compartilhadas - disposição que favorece a colaboração em longo prazo.

    Aspecto que as empresas precisam considerar também é que, sem um ambiente adequado em suas casas para a realização do trabalho, os funcionários podem preferir o retorno ao escritório, como um refúgio para estimular a concentração, desde que exista uma configuração concebida para esta finalidade.

    Para manter a relevância no pós-pandemia, os escritórios precisarão ir além da flexibilidade e se tornarem, cada vez mais, adaptáveis. Esses dois conceitos têm diferenças sutis, mas importantes: enquanto os espaços flexíveis podem ser reconfigurados por uma equipe de instalações para receber diferentes atividades, os ambientes adaptáveis são aqueles que possuem maior nível de controle individual, ou seja, que convidam as pessoas a utilizá-los e reformulá-los de acordo com as necessidades de cada momento. Para isso, é preciso contar com móveis e ferramentas que estejam em sintonia com as mudanças.

    O desafio de transformar os escritórios não é tarefa fácil, mas a Herman Miller está preparada e atenta às tendências para auxiliar na atividade de revolucionar os locais de trabalho.

    Escritório com mobiliário Herman Miller
    Os escritórios podem ser transformados em locais que favorecem a socialização (Foto: Divulgação/Herman Miller)
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