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Casa em Santo Antônio do Pinhal

Casa em Santo Antônio do Pinhal
Implantada com técnicas construtivas simples e programa integrador, a residência é aberta à natureza Foto/Imagem:Pedro Napolitano Prata

Níveis conectados e fluidos

Para implantar a residência no terreno em aclive, foi necessária a estratégica divisão do programa em três patamares sucessivos e terraceados. As coberturas dos níveis inferiores servem de piso para os patamares superiores.

Programa aberto

O primeiro nível da morada, localizada em Santo Antônio do Pinhal (SP) e propriedade de um casal de aposentados, abriga uma pequena oficina de serralheria e marcenaria com áreas de serviço, enquanto o nível intermediário é composto pelos quartos e por um pátio que se volta para a mata. “É uma área de reserva que constitui a divisa noroeste do terreno e cria uma espécie de barreira de árvores altas que sombreiam a área. Elas formam um pano de fundo para a casa; uma certa atmosfera que nos pareceu interessante de explorar”, destaca o arquiteto responsável pelo projeto Eduardo Ferroni, um dos titulares do escritório H+F Arquitetos. “Uma das árvores, inclusive, foi crescendo e ganhando importância no declive desse pátio central”.

O lado oposto à essa área arborizada se abre em 180°, a partir do pátio, para o mar de morros da Serra da Mantiqueira. “É uma vista alta e bastante abrangente, voltada ao nascente. A casa procura explorar o contraste entre essas duas situações”.

De acordo com Eduardo Ferroni, essa área intermediária é coberta por um deck e um jardim, ambos expansão da sala disposta no nível superior. “Como o declive é alto, cria-se uma situação de abismo diante da paisagem na borda dos quartos, enquanto a parte de trás da sala se estende para a área da mata”, detalha o arquiteto. O último nível também abriga uma área de lazer e a cozinha.

Técnicas construtivas e materiais predominantes

Devido ao terreno ser disposto em aproximados 1200 metros de latitude, existe uma variação bastante grande de temperatura. “Além do forro termoacústico que ajuda a manter o ambiente da sala em condições equilibradas, a casa tem beirais amplos e fechamentos móveis para ser arejada no verão. Os quartos são protegidos por venezianas e o pátio, por sua vez, é um pouco mais preservado da rua por meio de painéis pivotantes que podem ser controlados”, explica.

A obra fez uso de técnicas construtivas simples, organizadas em três etapas: A primeira contém as obras de terraplenagem e arrimos. A segunda foi definida com as alvenarias estruturais dos quartos e com a laje jardim em painel treliçado. “Já a terceira etapa resumiu-se na estrutura metálica bastante leve, que se ampara nas paredes de alvenaria estrutural e também forma a cobertura que abriga os espaços de lazer, a sala e cozinha”.

Além dos materiais citados, a residência também conta com as placas de compensado naval que constituem os forros da sala.

Temperatura equilibrada

Devido ao terreno ser disposto em aproximados 1200 metros de altitude, existe uma variação bastante grande de temperatura. “Além do forro termoacústico que ajuda a manter o ambiente da sala em condições equilibradas, a casa tem beirais amplos e fechamentos móveis para ser arejada no verão. Os quartos são protegidos por venezianas e o pátio, por sua vez, é um pouco mais preservado da rua por meio de painéis pivotantes que podem ser controlados”, completa o arquiteto.

 

Veja também outros telhados verdes nos projetos Casa Grelha, do FGMF e Condomínio Baleia, do Studio Arthur Casas

Escritório

H+F Arquitetos5 projeto(s)

Local: SP,Brasil
Início do projeto: 2011
Conclusão da obra: 2011

Tipo de obra:
Residência
Tipologia:
Residencial

Materiais predominantes:

Diferenciais técnicos:

Ambientes e Aplicações:

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