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Bibliotecas e salas de leitura

Bibliotecas, livrarias e salas de leitura foram ao longo da história polos de conhecimento, cultura e desencadeadores de mudanças na sociedade. Mas, com o passar do tempo, esses ambientes foram perdendo a relevância no cenário mundial.

Nesse contexto, o projeto arquitetônico ganha cada vez mais relevância e exige um cuidado especial dos arquitetos. A ideia é democratizar o conhecimento, atrair jovens e deixá-los à vontade...

Como a arquitetura das bibliotecas e livrarias é pensada para oferecer aos seus usuários uma vivência de leitura em ambientes amplos e acolhedores, um dos preceitos de um bom projeto é garantir o fácil acesso ao acervo. O público deve conseguir encontrar o que procura sozinho, sem se perder em um emaranhado de informações e obras.

Não basta ser jovem e confortável. O espaço deve ser flexível para acomodar eventos, adaptações e eventuais mudanças. O layout também deve garantir o fluxo adequado de visitantes e o empreendimento precisa ser acessível para portadores de deficiência.

Além da comunicação visual eficiente e da organização do espaço, cores vivas, ambiente despojado, iluminação adequada e mobiliário confortável são explorados para garantir o bem-estar e o conforto dos usuários.

Climatização

Os materiais que compõem o acervo de uma biblioteca podem ser sensíveis à temperatura, tendo sua cor ou textura danificada em ambientes com climatização inadequada. Por isso um projeto de climatização eficiente é determinante para manter o acervo preservado de fungos e umidade. Quanto mais quente for o espaço, maior a possibilidade de desenvolvimento de micro-organismos. Nos ambientes mais frios, entretanto, pode haver aumento na umidade relativa do ar, o que também torna as condições inadequadas.

De qualquer forma não se deve permitir a entrada de ar externo com umidade, sujeira, poeira e calor. O sistema de climatização deve garantir temperatura, umidade relativa, pureza do ar, pressurização da sala onde está o acervo ou do próprio salão de visitação, além da renovação do ar para evitar a concentração de gases que, dependendo do tipo de acervo, podem ser provenientes das próprias peças.

A especificação dos materiais que serão utilizados pode ser amparada pelo bibliotecário ou curador, que informam os profissionais sobre as características de todas as obras disponíveis no acervo.

Quer saber mais? Assista aos vídeos sobre a Biblioteca Mário de Andrade, do Piratininga; e sobre a Livraria Cultura, do studio mk27.

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